Reportagens

Entrevistas e reportagens exclusivas

Repórter Cidadão e Jornalismo Participativo

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O trabalho de um jornalista, publicitário ou profissional de rádio e TV, requer métodos específicos de apuração e produção editorial e deve ser pautado pela ética e compromisso incorruptível com a sociedade. Por essa razão, existem alguns pilares e preceitos básicos que diferenciam uma ditadura de uma democracia, entre eles, o direito à manifestação e à liberdade de imprensa.

Diante da explosão das redes sociais, integradas com uma avalanche de ferramentas e aplicativos de publicação digital, o caráter noticioso de uma informação sofreu transformações que refletem diretamente no declínio do jornalismo como instituição mediadora. No entanto, um novo modelo pode ser o caminho mais curto para a integração social com o jornalista. Em maio de 2014, a Revista Imprensa fez referência ao projeto de Jornalismo Colaborativo, em edição comemorativa de número 300. Leia reportagem na íntegra aqui.

Mesmo antes de se formar jornalista, você pode iniciar sua carreira contribuindo com pesquisas científicas, produção e desenvolvimento de pautas e reportagens investigativas em projetos de jornalismo colaborativo.

Oportunidades para Estudantes de Jornalismo

Para quem está começando agora o curso de jornalismo, um bom lugar para treinar é o site JornalismoColaborativo.com, onde o estudante poderá dividir espaço também com profissionais formados em comunicação social e especialistas de outras áreas e diferentes campos de estudos.

A rede de Jornalismo Colaborativo foi destaque no Intercom, sendo indicada pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXIII / Prêmio Expocom 2016.

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Março 5, 2017 at 4:05 pm

Moradores do Espírito Santo sofrem com violência no estado

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Conhecida como “Cidade das Conchas”, Piúma é também uma das praias com o melhor Carnaval do Espírito Santo. Desde o último sábado, a poucos dias do principal feriado que movimenta e aquece o setor de turismo da cidade, a violência nas ruas deixa moradores preocupados que sofrem com a falta de segurança pública.

Segundo o Governador em exercício do Espírito Santo, César Colnago, a greve iniciada pelas famílias dos policiais militares que reivindicam melhores condições de trabalho e reajuste salarial para a categoria, deixou o capixaba em uma situação de “cárcere privado” porque sem policiamento pessoas de bem permanecem no confinamento de suas próprias casas, impedidas de ir e vir, tamanho o caos em todo o estado.

Embora emissoras de TV e outros grandes veículos de comunicação tenham dado “ênfase” nos vídeos captados a partir dos celulares da população da região metropolitana, outros municípios sangram à espera de uma resolução política dessa crise.

Fuzileiros Navais deverão ser convocados para garantir a segurança de moradores das cidades capixabas do interior

fuzileiros

Um dos primeiros registros do Batalhão de Operações Especiais dos Fuzileiros Navais em Itaoca, uma praia minúscula dos capixabas, entre Marataízes e Piúma.

Leia reportagem na íntegra no site JornalismoColaborativo.com, indicado pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXIII / Prêmio Expocom 2016 e referência em startups de jornalismo na edição especial de número 300 da Revista Imprensa em 2014.

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Março 5, 2017 at 3:03 pm

Produção de Conteúdo com webwriter

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Outubro 21, 2011 at 8:53 pm

Publicado em brasil, ryoki

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A personalidade de um vencedor, por Bruno Ramos

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Com formação em medicina pela USP, curso que abandonou em 1986 para ser escritor, Ryoki (José Alpoim Ryoki Inoue) tornou-se um dos célebres casos de sucesso na produção de livros no país.

Sua especialidade eram os livros de bolso que publicava por diversas editoras, sempre mantendo certo anonimato, pois os escrevia sob pseudônimos, uma estratégia das editoras em ocultar, erroneamente, a natureza asiática do significante.

Hoje, como deveria sempre, exibe seu talento com o peso da personalidade de um vencedor e obstinado produtor de resultados na área, avança, sem modéstia, sobre o mercado editorial com proposta inovadora de formação de autores e produção de seus trabalhos pela Ryoki Produções.

No embalo frenético de suas ações, angaria a atenção de todos e diz a que veio. Abandonando a inércia do setor de produção editorial do setor de Pocket Books, o qual dominava em mais de 90% do mercado, produzindo 999 novelas em seis anos; tudo isso pelo pouco caso que fizeram de suas observações sobre a falta de um design gráfico mais arrojado na estética dos livros para atender uma demanda superior de leitores.

Ryoki, não por acaso, se tornou um autor prolífico e o preferido de uma geração de acadêmicos e universitários, pois se engajava em temas de grande repercussão na mídia impressa e televisiva, mantendo uma razoável verossimilhança de seus textos com os acontecimentos internacionais. Na época da grande “Guerra Fria” alimentava as editoras com títulos de certo impacto, haja vista que traduzia literalmente as minúcias dessa expectativa escatológica mundial numa produção em alta escala de títulos impressionantes tanto na inteligência de suas observações e da fácil leitura como no esclarecimento do que ocorria, mesmo metaforicamente, nos bastidores dessa guerra.

Tal “belicofobia¹” promovida pelas duas maiores potências do mundo, os EUA e a antiga União Soviética, fazia aumentar cada vez mais o interesse do público leitor da década de noventa e mantida essa tensão internacional com a bestial produção de artifícios bélicos em série como bombas, mísseis e tecnologias descomunais de destruição de massa– louvemos a Albert Einstein² também por isso–, suas obras sempre encontraram um mercado motivado.

Os temas enfáticos das intrigas, espionagens e traições sempre fizeram parte do seu enredo e que acusavam a demoníaca luta pelo domínio territorial e econômico do planeta pelas potências são de uma memorável atemporalidade. Nas suas páginas, sempre uma bela alusão à prática sociopata e genocida do Poder. Os espectros das personalidades doentias de alguns de seus personagens ainda transitam entre as democracias do mundo e seguem ilibados pela opinião pública e pela mídia internacional. Perdem-se muitas vidas por petróleo e pela antiga moeda da permanência no Poder.

Por isso e muito mais, é um autor brasileiro de tremendo destaque e, agora, vem contribuir, quem sabe na mesma intensidade com a literatura emergente e especulativa dos novos tempos.

Ninguém tão versátil, competente e bem sucedido em narrativas que vão do faroeste à ficção especulativa, esteve tão próximo do que aspira esse Brasil leitor e escritor.

1. Belicofobia. Nom. Neologismo = sufixo nom. Bélico (Coletivo de armas, de guerra) + Fobia (medo, aversão).
2. Em 1941 tem início o Projecto Manhattan (o desenvolvimento de uma bomba atômica).

Pronunciamento oficial do próprio Albert Einstein sobre o referido tema:

Albert Einstein em seu último ano de vida:
“Minha responsabilidade na questão da bomba atômica se limita a uma única intervenção”.

Por Bruno Ramos

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Maio 9, 2011 at 10:28 pm

O Caminho das Pedras

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como-escrever-um-livroQuem conhece a obra de Ryoki Inoue sabe do extremo apuro com que ele elabora seus romances. Os contextos históricos e geográficos são exaustivamente pesquisados para que seus personagens se movam no cenário adequado. A linguagem elegante e os diálogos precisos fazem da leitura um prazer. Os conflitos centrais das narrativas – todo romance tem um conflito, ele ensina – se desenvolvem de forma a prender a atenção do leitor até o fim. Pois bem: Ryoki resolveu compartilhar sua técnica afiada com os candidatos a escritores. Há dez anos ele já havia dado um passo nessa direção ao publicar “O Caminho das Pedras”, um volume de normas que ensinavam a escrever bem. Agora, com “Vencendo o Desafio de Escrever um Romance”, ele leva seu projeto a frente com um manual completo sobre como se aventurar com sucesso na literatura de ficção.

Escrever romances é um sonho recorrente de muita gente amiga das letras. Seja por um desafio pessoal, para se provar capaz de aderir à seara dos autores que admira, seja por vislumbrar uma possível carreira de escritor. Mas escrever um romance – sabe quem já tentou – significa percorrer uma longa jornada por terreno acidentado. Não basta uma boa idéia. Para chegar ao fim do percurso, é preciso levar na bagagem uma extensa lista de ferramentas, necessárias até para saber se a idéia inicial é realmente boa. Sem elas, o romance desmorona e se transforma num amontoado de palavras incapaz de atrair leitores. Todas essas ferramentas estão em “Vencendo o Desafio de Escrever um Romance”. A obra impressiona pelo detalhamento com que o autor explica cada uma das etapas necessárias para chegar ao resultado que o título promete. Para exemplificar suas lições, Ryoki cita no livro muitos autores de leitura imprescindível para quem quer escrever romances. Entre eles, Thomas Mann, o gigante da literatura alemã, autor de “A Montanha Mágica” e “Morte em Veneza”. Mann definia o escritor como “alguém que tem mais dificuldade em escrever do que as outras pessoas”. Ryoki, ao que tudo indica, partilha da mesma opinião.

Logo no início de “Vencendo o Desafio de Escrever um Romance”, do alto de seu cachimbo que emite vapores filosóficos, ele adverte que para construir um romance “é fundamental o sacrifício, o esforço, o deixar de lado momentos de lazer, de diversão, de sono”. Até mesmo a boa forma física, ele alerta, é importante no processo.

O autor diz que procura encarar as etapas da elaboração de um livro como pedras a serem removidas do caminho. Deparar-se com essas pedras, contudo, não produz desânimo, mas estímulo e desafio para seguir adiante. Ryoki explica como lidar com cada uma dessas pedras – a sinopse, o argumento, a story-line, a “síndrome da tela cinza do computador” e até mesmo a negociação dos direitos autorais com a editora. Mas, atenção: na prosa leve e bem humorada de Ryoki, essas advertências e orientações nunca soam ameaçadoras. As pedras de Ryoki sorriem. Até mesmo Stanislaw Ponte Preta, o rei da gozação no Rio de Janeiro dos anos dourados é citado um par de vezes. É bom esclarecer que poucos autores brasileiros seriam tão qualificados quanto Ryoki Inoue para escrever um manual como este.

Ryoki tem no currículo 1.074 romances publicados, cifra que o alçou ao Livro Guinness dos Recordes – a edição internacional, ressalte-se – como o autor que mais escreveu livros até hoje no mundo.

Outra característica da obra de Ryoki que o habilita a passar adiante suas lições é a variedade de gêneros a que ele já se dedicou. Em matéria de ficção, o homem já escreveu de tudo, de suspense a faroeste, de histórias de amor a aventuras baseadas em fatos reais. A essa última categoria pertence o mais recente romance de Ryoki, “Saga”, uma espécie de “Cem Anos de Solidão” da imigração japonesa no Brasil. Um colosso no qual se vê como funcionam, na prática, as lições que ele reúne neste manual.

por Okki de Souza

– Revista Veja